A temporada 2026 da Fórmula 1 tem sua largada oficial marcada para o fim de semana de 6 a 8 de março, com o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, abrindo as 24 etapas do calendário mundial. A edição promete ser histórica: sob novas regras técnicas que incluem carros mais leves, motores com 50% de propulsão elétrica e combustível 100% sustentável, a categoria inaugura uma nova era de competição e tecnologia. Além disso, circuitos inéditos — como o de Madrid — entram no calendário, substituindo trechos tradicionais e estendendo o alcance global da competição.
No centro das atenções está o brasileiro Gabriel Bortoleto, de 21 anos, chamado de o primeiro piloto brasileiro em tempo integral na F1 desde Felipe Massa. Após uma estreia em 2025 marcada por altos e baixos, o piloto da Audi chega à sua segunda temporada com planos ambiciosos e confiança renovada, elogiando o novo carro da equipe e destacando seu potencial de desenvolvimento ao longo do ano. Bortoleto, que somou pontos importantes na temporada passada e desempenhos consistentes, será uma das figuras observadas por fãs e analistas ao longo do campeonato.
A participação de um brasileiro titula expectativas dentro da comunidade de fãs e também nos bastidores comerciais da F1. Fora das pistas, a presença de Bortoleto movimenta milhões em contratos de patrocínio e projeções de mercado, refletindo não só o retorno do Brasil ao grid, mas também o alcance global da competição em termos de audiência e receitas. O calendário robusto de 24 etapas inclui clássicos europeus, provas de rua nos Estados Unidos e etapas já tradicionais na Ásia e no Oriente Médio, com transmissão ampliada para diferentes plataformas de mídia.
Fonte: Agora RN