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Polícia investiga morte de cadela do Circo Fuxiquinho

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte instaurou um inquérito para investigar a morte de Cláudia Mel, cadela que pertencia ao Circo Fuxiquinho. O animal desapareceu durante uma apresentação na quinta-feira 1° e foi encontrado morto no dia seguinte. Segundo o tutor, o palhaço Fuxiquinho, cujo nome é Alexander Jutic Campello, a cadela apresentava sinais de violência. O caso repercutiu nas redes sociais e na região Oeste do Rio Grande do Norte, onde o circo realizava apresentações. Após o desaparecimento, foram iniciadas buscas para localizar Cláudia Mel. O animal foi encontrado na sexta-feira 2.

Alexander Jutic Campello, o palhaço Fuxiquinho
Tutor da cadela Alexander Campello — Foto: Reprodução

Alexander foi ao local acompanhado por uma guarnição da Polícia Militar e reconheceu a cadela. Uma coleira encontrada nas proximidades também auxiliou na identificação.

Abalado, o artista publicou um relato após encontrar o animal morto. “Gente, a gente achou nossa cachorra, infelizmente, ela não está viva. Agora, o jeito que ela morreu, como tem gente má no mundo. Mataram a minha cachorra do jeito mais cruel que vocês nem imaginam”, afirmou.

Alexander também pediu que as circunstâncias da morte fossem investigadas. “Tem que procurar saber quem é, porque, infelizmente, se fez isso com um animal, com um cachorro dócil, como era a Cláudia Mel, faz isso com um humano, faz isso com uma criança, faz isso com uma mulher, faz isso com um homem. Isso não pode acontecer”, declarou.

A Polícia Civil instaurou procedimento investigativo após as primeiras diligências. A investigação deverá esclarecer a causa da morte do animal e verificar se houve prática criminosa.

Até o momento, conforme as informações divulgadas, não há definição oficial sobre o que provocou a morte de Cláudia Mel. Imagens do animal após ser encontrado circularam nas redes sociais e provocaram manifestações cobrando esclarecimentos sobre o caso. Uma mobilização também passou a pedir a apuração das circunstâncias da morte e eventual responsabilização caso a investigação constate a ocorrência de crime.

Fonte: Agora RN

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