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Lula inicia agenda na ONU nos EUA em meio a risco de novas sanções americanas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou aos Estados Unidos neste domingo 21 para participar da abertura da 80ª Sessão da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). O discurso do brasileiro marcará a abertura do debate geral, seguido pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A viagem ocorre em meio a um dos momentos de maior tensão na relação entre Brasil e Estados Unidos, com a possibilidade de novas sanções americanas contra o país.

Na semana passada, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a Casa Branca anunciará medidas adicionais provavelmente nesta semana. “Haverá uma resposta dos EUA a isso. Teremos alguns anúncios provavelmente na próxima semana sobre as medidas adicionais que pretendemos tomar. Mas o julgamento é apenas mais um capítulo de uma crescente campanha de opressão judicial que tem tentado atingir empresas americanas e até mesmo pessoas que operam fora dos Estados Unidos”, declarou Rubio, em entrevista à Fox News em 15 de setembro, referindo-se à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ministro Alexandre de Moraes.

Rubio estará em Nova York acompanhando Trump. A Casa Branca confirmou que Trump será o segundo chefe de Estado a discursar, após Lula.

Apesar do momento de tensão, nem o Planalto nem a Casa Branca anunciaram reuniões bilaterais durante a Assembleia. Trump disse que terá “diversos” encontros com líderes estrangeiros, mas não mencionou nomes. Rubio informou que se reunirá com representantes de outras nações “para discutir interesses de segurança compartilhados, trazer paz aos conflitos e cooperação mútua”, sem detalhar quais. O Itamaraty afirmou que não há encontros bilaterais agendados até o momento.

A comitiva de Lula é reduzida: seis ministros e dois governadores o acompanham, sem presença de parlamentares. Participam da viagem Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e da Segurança Pública; Camilo Santana, ministro da Educação; Márcia Lopes, ministra das Mulheres; Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas; Elmano de Freitas, governador do Ceará; e Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República.

O país já enfrenta impactos das tarifas americanas, que chegaram a até 50% sobre produtos brasileiros durante o governo Trump. O governo brasileiro acompanha de perto a situação enquanto Lula se prepara para o discurso na ONU e observa o debate geral e os anúncios econômicos previstos pelos EUA.

 

Fonte: Agora RN

 

 

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